quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

A prática do scat pode causar doenças?



Sim, pode. É fato verídico. Porém, afirmo que já pratiquei diversas vezes e nunca me aconteceu nada. No entanto, é preciso deixar aqui algumas dicas e alertas importantes. Em entrevista ao site Pergunte a Uma Mulher, da amiga Luiza Costa, respondi a um questionamento sobre isso, que compartilho aqui.

Pergunta dela - A propósito, esse negócio de fezes, quando aproximadas da vagina da mulher, podem causar infecções sérias por bactérias. Como é feita a higienização? Se é que tem como! Se não tiver como, nunca aconteceu de uma mulher com que você transou ter que tomar antibióticos depois do fetiche?

Minha resposta - Sim, a proximidade das fezes com a vagina pode ser perigosa. Assim como a ingestão. Por isso, não engulo. Se engolir, tomo vermífugo um dia depois, que já ajuda no combate a possíveis doenças. Quanto à saúde da mulher, procuro sempre manter o distanciamento da vagina com as fezes.

Por exemplo, gosto de esfregar as fezes no pênis, mas se faço isso, lavo antes de transar com a mulher, desinfeto e, claro, uso camisinha. Esfregar diretamente as fezes no clitóris da mulher não está entre meus fetiches e, também por uma questão de saúde, jamais faria isso. Mas, por via das dúvidas, tomar um vermífugo após uma sessão de scat é sempre recomendável. E, antes que me pergunte, para tirar o cheiro depois do scat dou algumas dicas em meu blog. Passar vinagre, leite de colônia ou uma mistura de álcool com cravo da índia são algumas possibilidades.

Pergunta dela - Acredito que mesmo assim, tomar vermífugo não seria algo 100% eficaz. Sem contar que, ainda que a pessoa não tenha nenhuma doença de fezes, as próprias fezes em si – mesmo saudáveis – contém vários elementos perigosos que são inerentes a elas. O que você pensa e faz a respeito?

Vi uma entrevista certa vez, no programa do Jô Soares, de um doutor que falou sobre o uso das fezes em tratamentos de saúde. Queria ter achado o link para postar aqui, mas não encontrei. Antigamente, quando a pessoa tinha uma disfunção estomacal, faziam a sopa amarela, que era sopa de cocô saudável. Davam para o sujeito com problemas e ele ficava curado. Ou então, injetavam-se fezes saudáveis no intestino da pessoa para que estas bactérias boas agissem no organismo e curasse a pessoa. Ou seja, o cocô tem bactérias boas e ruins. Se eu fosse pensar nisso racionalmente, jamais gostaria de scat. Nesse caso, o fetiche sempre falou mais alto. Mas, graças a Deus, até hoje nunca fui acometido por nenhuma doença. Basta se higienizar bem após a prática, limpar e desinfetar e, qualquer coisa, tomar um vermífugo. Sou plenamente saudável e espero continuar sendo.

Mas, só para complementar, cabe aqui uma observação: segundo os médicos, a coprofagia envolve grandes risco de saúde, como contrair hepatite A e B, pneumonia, ovos de vermes e outros parasitas no sistema interno. Por ingestão de material fecal podem contaminar os seguintes parasitas: Ascaris (lombriga), teníase (solitária), traça, ancilostomíase e trichuriasis (amarelão). Outros, menos freqüentes, também são importantes, principalmente devido ao alto risco clínico para o paciente, como amebíase, estrongiloidíase, giardíase e esquistossomose.

No entanto, reforço que sempre pratiquei, porém, sem engolir nem mastigar. Mas sempre cheirei e lambi, coloquei na boca e, quando ingeri, foram pequenas quantidades. Nunca tive nada e o vermífugo sempre foi eficaz sim. Espero ter ajudado aos que me perguntam sobre isso e têm dúvidas sobre o assunto. Um cheiro no cu. Contatem-me pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com

3 comentários:

  1. também amo scat gostaria de saber qual vermífugo encontro sem precisar receita medica valeu

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    1. Acredito que um farmacêutico seja mais indicado para lhe responder essa pergunta.

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  2. Os doentes mentais acharam um nome chic [scat] para denominar espíritos de porcos comedores de merda.

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