Conversas sobre scat

segunda-feira, 14 de abril de 2014

O cérebro e a intimidade são os grandes responsáveis por uma pessoa gostar de scat

Vamos lá, amigo leitor, a mais um texto sobre a psicologia do scat. Um dos motivos para que uma pessoa ame o scat é a intimidade que a prática traz. Muitas vezes, algumas até inconscientes (ou subconscientes), a pessoa que pratica o scat quer mesmo é o contato com a intimidade máxima da pessoa.

E isso se dá por meio do cocô, já que, geralmente, quando vamos defecar, fazemos isso reservadamente. Ou seja, ninguém sente o cheiro e ninguém vê. É o que tem de mais íntimo num ser humano. Muitos, aliás, ainda sentem vergonha de fazer cocô, geralmente as mulheres. Por isso até várias delas apresentam problemas de prisão intestinal. A vergonha de ir ao banheiro é tanta que seguram e fazem com que o intestino fique preguiçoso, podendo causar dores nas costas e até doenças mais graves.

É por querer esta intimidade máxima, algo que ninguém vê, ninguém toca e ninguém cheira, que gostamos do scat. Outra coisa que nos faz amar o scat é nosso cérebro. Explico. De alguma maneira, todos os praticantes de scat gostam do cheiro do cocô. Isso porque é impossível praticar scat sem sentir o cheiro. E por que gostamos do cheiro do scat?

O olfato, um dos cinco sentidos do homem, funciona da seguinte maneira. O ar leva  traz até nosso nariz moléculas voláteis das coisas que cheiramos, ou seja, moléculas que se desprendem do pão, de uma flor, de uma cebola ou de uma fruta e flutuam no ar até o nariz da gente. Essas moléculas são chamadas odorantes.

Detalhe importante: tudo o que existe é formado por moléculas, mas nem tudo contém essas moléculas que se soltam e levam um aroma qualquer a ser percebido pelo nosso olfato. Um pedaço de metal como o aço, por exemplo, não tem cheiro, porque nada evapora a partir dele. O aço, então, é um sólido não volátil.

Pois bem, quando entram em nosso nariz, as terminações nervosas recebem estes estímulos (sensações) que são levados até o cérebro por terminações nervosas. No cérebro, estes estímulos são traduzidos e ele identifica o cheiro como bom ou ruim.

Algumas coisas não têm cheiro, outras se destacam pelo bom aroma e outras pelo cheiro ruim, que indicam ao cérebro que algo não está bem no que estamos cheirando. O nariz funciona como um sensor para nos proteger de eventuais perigos. O cheiro de fumaça, por exemplo, é o primeiro sinal que sugere a proximidade de um incêndio. O cheiro de enxofre exalado por um ovo indica que ele está podre, logo não deve ser comido.

Pois bem. A maioria das pessoas processa no cérebro que o cheiro do cocô é ruim. Justamente porque seria aquilo que nosso organismo não usou dos alimentos e nem vai usar mais. Ou seja, não serve para ser ingerido novamente.

Porém, nós, amantes do scat, temos algo em nosso cérebro (não se sabe o quê) que, ao cheirar cocô, processa esse cheiro como bom, excitante e despertam sensações interessantes como o tesão, a libido ou mesmo a vontade de comer o cocô. E, graças a isso, somos doidos por scat. Logo, a intimidade e nosso cérebro são os grandes "culpados" por gostarmos desse fetiche que eu, particularmente, considero o melhor do mundo. Viva o scat! Um abraço e um cheiro no cu!

E não se esqueçam de manter contato.

Skype: amocheirarmerda@hotmail.com





















quinta-feira, 6 de março de 2014

As pessoas que mais abominam o scat, são as que mais querem praticar (será?)

Ouvi esta afirmação há algum tempo. Não acredito nela cem por cento, mas também não a refuto completamente. É possível que algumas pessoas que dizem ter nojo de scat, na verdade, estão reprimindo um desejo ardente de praticá-lo. E, como vivemos em um mundo plural, também estou certo de que algumas destas pessoas que dizem ter nojo de cocô, efetivamente têm.

Infelizmente, ter nojo de cocô é ruim. Principalmente para as mulheres. Você, amigo leitor, sabia que muitas mulheres vivem com o intestino preso justamente por terem esse nojo? Elas não aceitam que o corpo humano produza algo que considerem desagradável. Qual a solução? Evitar, ao máximo, de colocar essa coisa desagradável para fora. Por isso, acabam, ainda que de modo inconsciente, prendendo o intestino.

Péssimo hábito, que pode causar doenças. Juro, não sei o que pode haver de tão ruim nas fezes. Elas são fruto de nossa alimentação. Logo, são apenas pedaços não utilizados do nosso prazer de comer. Ou seja, são sim, gostosas. Foram tortas, bolos, pastéis, pizzas, etc.

Não há como ser ruim só porque o organismo processou. Um dia ainda vou entender o que causa o absoluto asco de certas pessoas com relação ao scat. Aproveitando o post, gostaria de agradecer as visitas e os comentários nos posts do meu blog. Vamos sempre trocar contatos e skype para conversarmos melhor. Um cheiro no cu. Abraço. Mantenham contato comigo no skype.

Skype: amocheirarmerda@hotmail.com

























quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O scat AINDA não é visto como uma prática social. Ainda!


 Fazia tempo que não atualizava o blog. Muita correria no serviço, admito. Tempo escasso. Cada minuto vale ouro hoje em dia. Mas conheci nesta tarde uma pessoa na NET e começamos a falar sobre scat. O bate-papo produtivo me fez driblar a falta de tempo e dar uma passadinha aqui. Vou, inclusive, usar as palavras de uma outra amiga de Facebook para o post de hoje.

Escreveu ela: "segundo Freud, a culpa pelo nosso sofrimento nao é dos nossos desejos, mas sim das barreiras sociais e religiosas, pois elas nos fazem sublimar aquilo que realmente somos. Nossa natureza é animal, livre, cheia de desejos. Porém, aos tentarmos nos moldar àquilo que é moralmente aceito, nos tornamos seres sociais, artificiais, meros reflexos pálidos de nós mesmos.

E por isso adoecemos. Criamos dentro de nós travas para bloquear nossos desejos, e essas travas nos envenenam, nos entopem, nos intoxicam. Para alcançar a cura, precisamos nos libertar, e aceitar nossos proprios desejos e fetiches! O BDSM (diz ela) é, ao meu ver, uma forma saudável e social de adequarmos nossos desejos ao mundo real, dando vazão àquilo que queremos ser, sem perder de vista, aquilo que somos obrigados a ser. Então, que viva a liberdade!!"

Moça muito culta, escreveu muito bem. Porém, ela disse uma coisa importante. Ela colocou o BDSM como uma forma social de adequar os desejos ao mundo real. Sem dúvida, é. Já o scat, não. A sociedade é extremamente conservadora. Infelizmente. 

As pessoas aceitam que existam apreciadores do BDSM, que gostam de levar um tapa, sentir dor de várias maneiras, receber cera de vela quente, levar chicotadas, palmadas, pisadas, etc. Mas não aceitam em hipótese alguma a possibilidade de alguém gostar e se excitar com fezes, cocô, merda, bosta.

Uma pena. Repito: quando éramos praticamente quadrúpedes e o homem da idade da pedra andava curvado até o chão, era prática comum você cheirar o sexo da pessoa. Era uma forma de identificar. Estava próximo ao nariz, como acontece com os cães. E como o ânus fica mais proeminente do que a genitália, era a parte mais fácil de cheirar e identificar os semelhantes. Os cães ainda agem assim, por razões óbvias. O ser humano, a meu ver, involuiu.

Quando os cães fazem isso, praticam um instinto animal, primário, que todos temos guardados dentro de nós. No entanto, mesmo com tal atitude canina, quem gosta de cachorro não deixa de gostar por fazerem isso e muito menos os reprimem e acham nojentos. Pelo contrário (e eu também tenho cachorro), os cães são as criaturas mais leais e fiéis que existem neste mundo.

Pois bem. Talvez, usando esse argumento, consigamos convencer a raça humana de que cheirar cu e cocô são práticas extremamente comuns e saudáveis. E que, nem por isso, passaremos a ser repugnantes, nojentos. Nem deixaremos de ser leais, carinhosos e amorosos com aqueles que amamos.

Aliás, aqui tem uma entrevista científica e esclarecedora que explica que o cocô é muito saudável em nossas vidas. http://globotv.globo.com/rede-globo/programa-do-jo/t/videos/v/flavio-quilici-participa-do-programa-do-jo/2944788/

Acredito que ainda viverei para ver a prática do scat se tornar aceita socialmente, livre de preconceitos, de julgamentos e de olhos tortos. Assim espero. Um abraço. Lembrem-se: mantenham contato. Um cheiro no cu!

Skype: amocheirarmerda@hotmail.com