Conversas sobre scat

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Os vários tipos de scaters


 Os praticantes de scat não são todos iguais nem curtem todos as mesmas coisas. Por isso, vou tentar descrever abaixo algumas categorias de scaters, para facilitar a vida de quem pratica e procura um perfil complementar. Se alguém quiser deixa contatos nos comentários e identificar com qual tipo de scater se parece mais, acho uma boa. Vamos lá!

1) Receptor: só recebe cocô e xixi.

2) Doador ou fornecedor: só doa cocô e xixi.

3) Total flex: doa e recebe de tudo, cocô e xixi.

4) Scater variado: gosta de mais coisas além de cocô e xixi. Eventualmente, curte um cheiro de CC no suvaco, chulé, cuspe ou vômito.

5) Gay ou lésbica: só curte fazer scat com parceiro do mesmo sexo

6) Hétero: só curte fazer scat com parceiro de sexo oposto

7) Bi: curte fazer scat com pessoas de ambos os sexos

8) Light: curte um scat mais soft, só ver a pessoa cagar, por exemplo.

9) Hard: curte um scat mais sofisticado, cheirando, lambendo, esfregando no corpo e, eventualmente, mastigando e engolindo.

10) Solo: quem curte mais ou somente o próprio cocô. Alguns chegam até a sentir nojo do cocô dos outros.

11) Alheio: quem curte mais ou somente o cocô de outra pessoa. Alguns chegam até a sentir nojo do próprio cocô.

12) Voyeur: aquele que só gosta de ver alguém fazendo cocô ou assistir a filmes e cenas de scat. Não gosta da participação direta no scat, nem cheirando, nem lambendo, nem comendo e nem se lambuzando.

13) Virtual: aquele que só gosta de scat pela web cam, sem o contato real com um parceiro ou parceira para a prática. 

Claro que há inúmeras combinações de perfis e variações dentro do scat. É como Neston, lembra? Existem mil maneiras de preparar. Invente a sua! E você? Qual o seu perfil de scater? Por hoje é isso! Um cheiro no cu! E entrem em contato comigo pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Como saber se uma pessoa gosta de scat?



Às vezes, você, scater, recebe uma cantada, um convite para sair. E pensa: poxa, se a pessoa me curtiu, acho que posso arriscar e ver qual é a dela. Mas, gosto muito de scat e não quero fazer apenas sexo convencional. Como posso descobrir se a outra pessoa me daria uma "brecha" nesse sentido?

Muito bem. Apesar de estar se tornando um fetiche relativamente comum, o scat ainda é uma prática que envolve tabus e assusta algumas pessoas. Por isso, devemos lutar continuamente para a difusão do fetiche a fim de quebrar barreiras e preconceitos.

Mesmo assim, para falar de scat, não pode ser de qualquer jeito. É preciso ter delicadeza, esperar o momento certo. Não se fala de scat logo de cara. É necessário que, antes, você tenha conversado com a pessoa algumas vezes para entrar nesta seara.

Nesse caso, quando for falar de sexo com essa pessoa, seja homem ou mulher, é possível usar aquela velha desculpa do "um amigo meu..." e, com jeitinho, descobrir o que a pessoa acha da prática. Vá pelas beiradas, seja paciente. Costumo também, falar que aconteceu isso ou aquilo com uma amiga, que já fez anal e saiu cocô, ou que o marido ou namorado pediu pelo scat, explico o que é scat e vejo a reação.

Se a pessoa for totalmente avessa ao scat, nem perco meu tempo. Já dispenso, digo que não vai rolar e pronto. Por outro lado se você, homem ou mulher, está interessado num parceiro ou parceira, pode identificar se ele ou ela gosta de scat até sem perguntar.

A pessoa que tem tesão extremo em bunda e cu por exemplo, é um perfil propício. Pode ser um forte indício de que curte scat. Se a pessoa também não curte tomar banho antes do sexo e quer que você faça o mesmo, é outro indicativo. Scaters gostam de cheiros fortes do corpo humano, vagina, pênis e cu (principalmente!).

Mesmo assim, tenha muito cuidado ao reparar estes detalhes ou na abordagem a alguém sobre o fetiche. Nossa sociedade ainda é pouco evoluída e psicologicamente frágil, além de moralista e conservadora. Muita gente vai considerá-lo doente mental, louco, etc. Não ligue. Um dia, tenho certeza de que esse quadro vai mudar. Por hoje é isso, gente! Um cheiro no cu! E entrem em contato comigo pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Por que homens gostam mais de scat do que mulheres?


 O scat é tido como uma prátima essencialmente masculina. Nestes 12 anos em que pesquiso o assunto, conheci pouqíssimas mulheres que sentiam algum prazer em fornecer scat. Quando digo poquíssimas, é porque não enchem os dedos de uma mão.

Quando abro a uma sala de bate-papo no UOL, para falar sobre o assunto, os homens dominam as presenças em 99,99% dos casos. Uma ou outra garota de programa lá entrou, mas não passou disso.

Por que os homens (héteros ou gays) curtem mais o scat do que as mulheres? O segredo pode estar na fase anal. Freud, o pai da psicanálise, diz que "nesta fase, a zona de erotização central é o ânus e o modo de relação está intimamente ligado à atividade e passividade, ou seja, ao controle dos esfíncteres (anal e uretral).

É quando aprendemos sobre controle, limites, através dos movimentos de expulsão (doar, eliminar, excluir) e retenção (ter, segurar, controlar, reter, guardar). Ocorre a internalização do não. "Não coloque o dedo aí. Não pode. Isso é feio. É sujo."

Esta fase pode marcar o comportamento sexual da criança, dependendo da forma como esta foi vivenciada. Muitos pais fazem dessa fase um sofrimento para a criança, que vive de um lado entre o elogio e a gratificação, mas por outro, a contradição de que as fezes e a urina são sujos.

A criança ainda não tem a compreensão de que isso não seja apreciado, porque elas apreciam, observam e até manipulam as fezes e a contradição mental na criança se dá exatamente porque primeiro recebe elogios e gratificações porque produziu adequadamente as fezes e a urina, e, por outro lado, estas são repugnadas pelos pais." (trechos extraídos do blog educacaoesexualidadeprofclaudiabonfim.blogspot.com).

Logo, a fixação na fase anal leva ao scat. As brincadeiras com as fezes permanecem na vida adulta. É bom lebrar que esta fase acontece entre um ano e meio e três anos de idade. Os gays, normalmente, sentem mais fixação na fase anal, seja em passividade ou atividade. Por isso, é muito mais comum encontrar homens e gays praticantes de scat.

Na contramão, as mulheres são criadas como limpinhas, bibelozinhos, higiene máxima. O que, de certa forma, prejudica o gosto que poderiam desenvolver pelo scat. Por hoje é isso, gente! Um cheiro no cu! E entrem em contato comigo pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O "self scat": pessoas que gostam do próprio cocô

Quando somos crianças, nossa sexualidade está em nós, em nosso corpo, e na mãe e no pai. Conforme vamos crescendo, a tendência é de que a sexualidade seja deslocada para outra pessoa, na tentativa de reprodução ou mesmo de obter prazer com algo que venha do outro.

No entanto, o cérebro humano é repleto de mistérios e, com certeza, os cientistas ainda farão muitas descobertas sobre nosso centro nervoso. O cérebro (ou genes, talvez?) pode fazer com que a gente mude a ordem natural das coisas e goste de coisas absolutamente diferentes ou até inimagináveis para alguns.

É o que acontece com os gays, lésbicas, transex, bissexuais e afins. Já que, ao gostar de uma pessoa do mesmo sexo, não se busca, nem inconscientemente, a reprodução. Seria a inversão da ordem natural das coisas.

O mesmo se dá com o scat. Muita gente ama e sente atração e tesão por algo do qual deveríamos sentir nojo: o cocô. Evidentemente, para muitos (a maioria, obviamente), o cheiro do cocô é ruim. A lógica da natureza explica: se é excremento, se é lixo e se o organismo está jogando fora, é porque não serve. Logo, deve ter um odor fétido, para impedir que as pessoas tenham a tendência de ingeri-lo novamente. Caso contrário, teria cheiro e sabor de morango.

Por alguma razão, as pessoas que gostam de scat não têm nojo do cheiro. Gostam da consistência e temperatura das fezes, enxergam nisso um ato de intimidade e adoram esfregar o cocô em si mesmos, como se estivessem se lambuzando com terra, além da ingestão propriamente dita. É o mesmo mecanismo citado anteriormente, que inverte a ordem natural das coisas.

A ordem natural também desloca nossa sexualidade para o outro. Mas, no ramo do scat, é bastante comum que essa sexualidade permaneça na própria pessoa, como alvo e objeto de desejo. Dada a dificuldade em encontrar parceiros e parceiras para o scat, muita gente começa (e continua por anos) brincando, cheirando, lambendo, esfregando e comendo seu próprio cocô. Chamo isso de self scat. Mas também é conhecido como autoscat ou scat solo.

Às vezes, a pessoa sente-se mais segura fazendo o scat apenas com ela mesma e, só isso, já basta para que tenha um orgasmo explosivo e gostoso! Logo, o scat solo, com direito à degustação do que lhe sai do corpo, é extremamente comum. Se isso acontece com você, não se preocupe. É mais do que normal. E, ainda que alguém lhe diga o contrário, reflita: afinal, o que é normal nesta vida, não é?

O self scat também é uma prática deliciosa e saudável! Por hoje é isso. Um cheiro no cu! E entrem em contato comigo pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Praticar scat muda a vida sexual da pessoa?


Outro dia, recebi a pergunta de uma leitora do meu blog sobre a prática de scat. Ela conta que conheceu uma pessoa e que, hoje, fazem sexo casual de 15 em 15 dias mais ou menos. Mas essa situação já dura quatro meses.

Aos poucos, ela descobriu que o parceiro curtia scat. E me perguntou quanto isso iria alterar o curso da vida sexual deles. Afinal, é imperativo que o scat seja corriqueiro no sexo? De quanto em quanto tempo um scater sente necessidade de um belo sexo cagado?

Muito bem, vamos lá. Quanto isso vai alterar a vida sexual de um casal? Difícil dizer. Mas, se é um fetiche que é preponderante para a excitação de um deles e, só então, essa pessoa atinge tesão suficiente para também ocorrer o sexo convencional, então terá de ser feito sempre. Se o scat não for preponderante para o praticante, não vai alterar a vida sexual, a menos que o casal ou os envolvidos combinem antes uma frequência da prática ou que deixem mesmo o momento levar.

No meu caso, é assim que atinjo muito da excitação. Não com o scat em si, mas se eu cheirar um cu sem banho, por exemplo, depois de um dia de trabalho intenso, ou seja, suado e com seu aroma característico potencializado, já fico excitado e posso também fazer sexo com a mulher sem precisar extamamente do cocô. Para mim, o cocô é a cereja do bolo e, com certeza, fará gozar mais e mais vezes. Logo, depende de cada caso e, principalmente, o quão o scat é essencial ao sexo para quem curte a prática.

De quanto em quanto tempo sinto a necessidade de fazer um sexo assim? TODOS os dias! Scat é um vício, uma intimidade única e, por isso, algo delicioso. E tudo que é bom, você quer fazer sempre! Espero que você, amigo leitor deste blog, tenha sempre sorte e sucesso em suas buscas de scat e que consiga realizar seus maiores desejos. Por hoje é isso. Um cheiro no cu! E entrem em contato comigo pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Prática do scat: posição sexual e quantidade



Tenho recebido algumas perguntas de pessoas interessadas em saber mais sobre a prática. Algum tempo atrás, recebi algumas bem interessantes, que vou usar como temas para os posts deste blog. Hoje, vou falar sobre a posição e a quantidade de scat nesta prática maravilhosa.

A pergunta da pessoa foi: que posicionamento ou posição (no sentido sexual mesmo) uma pessoa que recebe scat espera de quem vai doar? Bem, claro que os gostos variam de pessoa para pessoa. Mas os dois mais comuns são os seguintes:

1) O receptor deita-se sobre uma superfície plana e o fornecedor fica de cócoras, agachado sobre sua cabeça para então cagar em sua cara, nariz e boca. Há quem receba nesta mesma posição, mas no peito.

2) O fornecedor fica de 4. O receptor, enquanto cheira-lhe e lambe-lhe o cu, recebe o cocô nesta posição. Uma delícia. Mas, anatomicamente falando, a que mais facilita a saída rápida do cocô é a primeira posição, de cócoras.

Outra pergunta que recebi. A quantidade de cocô importa para quem recebe? Em geral, sim. Mas tudo depende do que o casal ou o receptor farão com a merda. Eu, por exemplo, adoro cheirar, lamber, enfiar a cara e esfregar no corpo. Meu e da parceira, quando ela deixa. Ou seja, nesse caso, é preciso que tenha uma quantidade razoável.

Há quem goste também de passar nos seios, pés e coxas. Para aqueles que gostam de engolir, acredito que uma quantidade menor é mais apropriado, já que a ingestão tem alguns riscos que já citei aqui em outros posts.

E como fazer para se ter mais merda para dar? Simples: basta comer mais. Quanto mais comemos, mais cagamos. Embora existam alguns organismos, principalmente os que possuem intestinos preguiçosos, que cagam pouco ou demoram a produzir o cocô. Mesmo assim, via de regra, quem come mais, geralmente caga mais. Logo, se você quer agradar seu parceiro ou parceira com uma quantidade considerável de cocô, coma bem! Faça várias e fartas refeições. Por hoje é isso! Um cheiro no cu! E lembrem-se de manter contato no skype: amocheirarmerda@hotmail.com. Até a próxima!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

A prática do scat pode causar doenças?



Sim, pode. É fato verídico. Porém, afirmo que já pratiquei diversas vezes e nunca me aconteceu nada. No entanto, é preciso deixar aqui algumas dicas e alertas importantes. Em entrevista ao site Pergunte a Uma Mulher, da amiga Luiza Costa, respondi a um questionamento sobre isso, que compartilho aqui.

Pergunta dela - A propósito, esse negócio de fezes, quando aproximadas da vagina da mulher, podem causar infecções sérias por bactérias. Como é feita a higienização? Se é que tem como! Se não tiver como, nunca aconteceu de uma mulher com que você transou ter que tomar antibióticos depois do fetiche?

Minha resposta - Sim, a proximidade das fezes com a vagina pode ser perigosa. Assim como a ingestão. Por isso, não engulo. Se engolir, tomo vermífugo um dia depois, que já ajuda no combate a possíveis doenças. Quanto à saúde da mulher, procuro sempre manter o distanciamento da vagina com as fezes.

Por exemplo, gosto de esfregar as fezes no pênis, mas se faço isso, lavo antes de transar com a mulher, desinfeto e, claro, uso camisinha. Esfregar diretamente as fezes no clitóris da mulher não está entre meus fetiches e, também por uma questão de saúde, jamais faria isso. Mas, por via das dúvidas, tomar um vermífugo após uma sessão de scat é sempre recomendável. E, antes que me pergunte, para tirar o cheiro depois do scat dou algumas dicas em meu blog. Passar vinagre, leite de colônia ou uma mistura de álcool com cravo da índia são algumas possibilidades.

Pergunta dela - Acredito que mesmo assim, tomar vermífugo não seria algo 100% eficaz. Sem contar que, ainda que a pessoa não tenha nenhuma doença de fezes, as próprias fezes em si – mesmo saudáveis – contém vários elementos perigosos que são inerentes a elas. O que você pensa e faz a respeito?

Vi uma entrevista certa vez, no programa do Jô Soares, de um doutor que falou sobre o uso das fezes em tratamentos de saúde. Queria ter achado o link para postar aqui, mas não encontrei. Antigamente, quando a pessoa tinha uma disfunção estomacal, faziam a sopa amarela, que era sopa de cocô saudável. Davam para o sujeito com problemas e ele ficava curado. Ou então, injetavam-se fezes saudáveis no intestino da pessoa para que estas bactérias boas agissem no organismo e curasse a pessoa. Ou seja, o cocô tem bactérias boas e ruins. Se eu fosse pensar nisso racionalmente, jamais gostaria de scat. Nesse caso, o fetiche sempre falou mais alto. Mas, graças a Deus, até hoje nunca fui acometido por nenhuma doença. Basta se higienizar bem após a prática, limpar e desinfetar e, qualquer coisa, tomar um vermífugo. Sou plenamente saudável e espero continuar sendo.

Mas, só para complementar, cabe aqui uma observação: segundo os médicos, a coprofagia envolve grandes risco de saúde, como contrair hepatite A e B, pneumonia, ovos de vermes e outros parasitas no sistema interno. Por ingestão de material fecal podem contaminar os seguintes parasitas: Ascaris (lombriga), teníase (solitária), traça, ancilostomíase e trichuriasis (amarelão). Outros, menos freqüentes, também são importantes, principalmente devido ao alto risco clínico para o paciente, como amebíase, estrongiloidíase, giardíase e esquistossomose.

No entanto, reforço que sempre pratiquei, porém, sem engolir nem mastigar. Mas sempre cheirei e lambi, coloquei na boca e, quando ingeri, foram pequenas quantidades. Nunca tive nada e o vermífugo sempre foi eficaz sim. Espero ter ajudado aos que me perguntam sobre isso e têm dúvidas sobre o assunto. Um cheiro no cu. Contatem-me pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

SCAT: o tabu é tanto que muita gente acha que a prática não existe



 Amigos leitores e scaters que acompanham este blog. Em 2015, pretendo escrever bem mais aqui. Tenho recebido elogios acerca da profundidade com que este espaço trata o tema e a prática sexual denominada scat. Hoje, vou falar sobre a descrença no scat.

Exatamente. Algumas pessoas sequer imaginam que essa prática existe de verdade. Já me ocorreu de, algumas vezes, responder a uma determinada questão: o que é o scat? Ouvi essa pergunta de um punhado de curiosos e outros tantos desavisados.

Quando respondo que é o sexo envolvendo fezes e excrementos humanos, a pessoa entra em choque. E o choque é tão grande, mas tão grande, que ela acha que estou brincando quando respondo isso com a maior seriedade do mundo. Ela simplesmente não concebe que uma pessoa possa gostar, amar, ter tesão em cu sujo, em cocô, em xixi.




E passa a achar que isso é lenda, brincadeira. Honestamente, não condeno ninguém por não saber algo, pois ninguém sabe tudo nessa vida. Mas condeno quem trata essa informação como brincadeira, ainda que seja porque esteja em estado de choque.

É dever buscar, ler, pesquisar sobre o assunto se quiser ao menos falar sobre ele. Assim, fico extremamente indignado quando tratam o scat como tabu, lenda, algo que nunca foi feito. Portanto, amigos leitores e scaters, saibam que isso, de fato, acontece. Não é maldade de quem não sabe, apenas ignorância. Que pode ser quebrada com a simples leitura de um artigo, de um blog como este, de outros tantos que existem e falam sobre o tema.

Somente peçam a estas pessoas para que não tratem como brincadeira um assunto tão sério como este. Feliz 2015! Viva o scat! Logo, logo, um novo artigo sobre esta prática deliciosa. Um abraço e um cheiro no cu. E não se esqueçam. Entrem em contato no meu skype: amocheirarmerda@hotmail.com

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Afinal, mulher gosta de scat?



Pois é... uma pergunta muito difícil de responder. Mas, a julgar pelos 12 anos que tenho de pesquisa na área, arrisco: não gosta tanto quanto os homens. E, se realmente gostam, são exemplares raríssimos da humanidade. A reportagem da Natasha Vilarino no site Xplastic mostra isso.

Ela entrevistou uma "atriz pornô" de scat. A moça revela que gosta apenas do dinheiro e não da prática. Como 90% das atrizes da MFX. Algumas bem conhecidas até. Latifa, Camila, Leslie, Chris, Sabrina, Jade, Silvia, Josie, Karla, Diana, Dyana, Thatty, Leticia Miller (uma das precursoras), Bel, entre tantas outras que podemos ver nos filmes brasileiros da categoria.

Destas que citei, muitas efetivamente faziam os filmes pelo cachê, que, estima-se, chegava a mil e quinhentos reais por uma diária de gravação. Algumas sempre demonstraram gostar mais de scat como a Bel, Josie, Karla, Jade e Silvia. Estas duas últimas sim, verdadeiras apreciadoras de um bom cocô.

Já os filmes alemães aparentam mais veracidade. As mulheres e homens geralmente gostam da prática, pois é mesmo mais comum em território alemão (gostaria muito de morar lá!). É o que comprova um amigo meu, paranaense, que disse que encontrou uma garota em Santa Catarina, de família alemã. Ela confirmou a esse amigo que os alemães têm esse gosto sexual. Logo, uma prática relativamente frequente na terra do salsichão.

No mais, achar uma mulher que curta mesmo a prática, com todo o tesão, é muito difícil. Estou conversando com uma brasiliense e, pelo teor do papo, essa parece realmente curtir. Isso me deixa excitado, confesso. Melhor do que encontrar uma mulher para a prática, é encontrar uma mulher que sinta muito tesão nisso.

Ainda não nos encontramos por causa da distância (moro em SP), mas tenho certeza de que, uma hora, vai acontecer. Também tive contato com outras duas mulheres que me forneceram e bem. No entanto, nunca, em 12 anos, conheci mais mulheres que gostassem de verdade de scat. E, convenhamos, três mulheres em 12 anos é muito pouco!

Evidentemente, ninguém (nem eu!) sai por aí falando que gosta de sexo com cocô, seja dando ou recebendo ou ambos. Mas, se essas pessoas existissem, estariam em comunidades da prática. Ainda que com perfis fakes, poderiam se fazer presentes e, depois, revelarem suas identidades apenas aos parceiros nos encontros.

Mesmo assim, a presença feminina nestas comunidades é raríssima. Praticamente inexistente. O que existem são fakes masculinos, gays disfarçados de mulheres, bissexuais masculinos e homossexuais que ainda não se assumiram. Há também muitos curiosos que aparecem para atrapalhar as conversas e nos chamarem de malucos e débeis mentais. Mulher de verdade mesmo, nada. Até no BDSM o scat é uma prática vista com desconfiança e preconceito. E isso precisa mudar.

Desejo, do fundo do coração, que os amigos que realmente curtem a prática tenham boa sorte na procura. Que não desistam, apesar das inúmeras adversidades. E que perseverem até encontrar um parceiro ou parceira que realmente valha a pena no quesito scat. Força, foco e fé! Um dia, este jogo vira! Um abraço e um cheiro no cu.

skype: amocheirarmerda@hotmail.com

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Entrevista completa sobre scat que dei ao site Xplastic

Amigos, como disse que faria, hoje vou postar aqui a entrevista completa que concedi à jornalista Natasha Vilarino, no portal Xplastic. Na reportagem sobre scat, participei com algumas declarações. Porém, foram várias perguntas respondidas, cujo conteúdo, por razões de espaço, não entraram na íntegra. Publico aqui para que vejam minhas respostas às questões. Para cada pergunta e resposta, coloquei uma foto.

A reportagem está no link: http://xplastic.xpg.uol.com.br/o-que-pensam-aqueles-que-tem-tesao-por-merda/

Um abraço e um cheiro no cu. Meu Skype: amocheirarmerda@hotmail.com


1) Qual a primeira lembrança, talvez ainda na infância ou adolescência, que você tem de gostar de scat? Como você se sentiu diante do fato de que a sociedade considera isso nojento e errado?

R: Bem, como disse numa outra entrevista, são vários fatores que podem levar alguém a gostar de scat. Alguns gostam de se sentir humilhados, outros gostam de comer, outros gostam do cheiro e ainda há os que considerem o scat a coisa mais íntima que uma pessoa pode receber de outra já que, via de regra, costumamos fazer cocô reservadamente, sem que ninguém veja. Na verdade, até o ânus é uma parte escondida do corpo. Não se vê a olho nu. É preciso que, pelo menos, as nádegas da pessoa sejam abertas para que possa ser visto. Ou seja, a intimidade é algo relevante nisso. O "escondido", o "proibido" talvez aumentem essa sensação de intimidade. Freud, pai da psicanálise, diz que, nesse caso, o cocô seria uma espécie de presente. Algo que a pessoa oferta à outra. Muito íntimo, já que sai de dentro dela. Já o Marquês de Sade diz que o proibido, a quebra de regras, a afronta às normalidades e ao que a sociedade considera correto também excita mais nesse caso. Ainda assim, defendo a tese de que, mesmo que seja necessário acontecer algo na infância ou adolescência ou mesmo na fase adulta de uma pessoa para que ela goste de scat, quem gosta disso, nasce com esse gosto. Eu, por exemplo, não me lembro de nenhum episódio que tenha feito com que gostasse de scat. Desde que me conheço por gente, sinto tesão nisso. Desde criança mesmo, com 7 ou 8 anos. Nessa idade, inclusive, cheguei a cheirar a bunda de um amiguinho meu para ver se gostava e só confirmei que adorava cheiro de cu e de cocô. Esta é a primeira lembrança, sem dúvida.

Quanto ao meu sentimento com relação à sociedade achar isso nojento, tenho, também uma filosofia importante. O problema não é as pessoas terem nojo de scat. Isso é normal. cada um tem um gosto e ninguém é obrigado a gostar do que a outra pessoa gosta. tem gente que adora cuspe, chulé, vômito. Eu detesto. Também tenho nojo. Então o problema não é o de não gostar da prática e sim julgar os praticantes. Eu não acho que quem goste de vômito, cuspe e chulé seja louco, por exemplo. Esse julgamento é que não pode ter. Achar que o scater é um débil mental, doente, fora dos padrões. Eu sou extremamente normal, me considero inteligente, sou jornalista, aoareço em TV, escrevo textos, saio com amigos para tomar uma cerveja, gosto de cinema, pizza, vinho, etc. E gostar de scat não faz de mim um sujeito maluco, de internar em clínica, colocar camisa de força. Então, a repulsa com relação à prática eu vejo com naturalidade. O que me entristece é o julgamento que as pessoas fazem de quem pratica. Além da tristeza, sinto-me impotente, pois queria ter alguma ferramenta para mudar isso, fundar um clube, ter um apoio melhor, incluir os scateiros na sociedade de modo natural, sem julgamentos. É isso que tento com meu blog (http://scatsexo.blogspot.com) e também concedendo estas entrevistas, para que as pessoas leiam e saibam que somos normais, apenas temos um fetiche particular. Mas mudar essa mentalidade é algo muito complicado e ainda distante. Mas, aos poucos, acredito que as coisas possam mudar. Tudo evolui. É preciso acreditar que as mentes conservadoras também podem se abrir a novas ideias e eliminar tabus.

2) Como e quando foi sua primeira experiência com uma parceira?

R: Pesquiso o assunto há 12 anos. Hoje tenho 34. Com pouco mais de 25, fiz pela primeira vez com uma garota de programa. Como receptor, eu gosto só de receber o cocô. Ela fez em mim. Foi pouco. O cu, como ela tem que lavar para os clientes, não estava fedido como eu gosto. Não curti. Foi visível que ela fez por dinheiro e scat tem de ser feito por prazer. Ou se gosta ou não. Se não gosta, não faça. Fica artificial, nada íntimo.


3) Atualmente, quem sabe que você é scater? Já cogitou se "assumir" para família e amigos?

R: Procuro pessoas na internet com interesses comuns. Logo, alguns amigos virtuais sabem que sou scater. Uma amiga do interior de SP com quem fiz scat também sabe, obviamente e uma da capital, com quem também fiz e perdi o contato. Minha esposa também sabe, mas como a próxima pergunta sobre ela, vou responder em seguida. Nunca cogitei me assumir para a família. Meus pais já são idosos e meus irmãos todos mais velhos. São de gerações mais antigas. São muito conservadores, como a maior parte da sociedade pseudo-moralista. Para alguns amigos que entendo que são mais mentes abertas, até assumiria, desde que perguntassem e eu sentisse antes a receptividade deles com relação a isso. Com alguns já conversei a respeito em rodas de conversa, sobre fetiches e mencionei esse. Quando fizeram cara de muito nojo e falaram que quem faz isso é maluco, nem contei. Não sou de ferro e necessito de círculos sociais para viver em harmonia. Porém, deu vontade de falar sobre o falso moralismo e a mania de julgar das pessoas.


4) Você é casado? Já pensou em propor a prática de scat à sua atual companheira? Como foi?

R: Sou casado há 4 anos. Sem filhos. Ela sabia desde que namorávamos. Nunca quis fazer. Ela acha que é uma humilhação pra ela, mesmo que quem receba sou eu. No entanto, sempre permitiu também que eu procurasse e fosse atrás de quem pratica e quem possa fazer comigo, já que ela não faz. Somos felizes assim. É difícil às vezes, confesso. Hoje, o amor fala mais alto. Mas não sei se resiste para sempre. Dá muita vontade de ter uma companheira que faça. Mas também, é muito difícil achar uma mulher assim. Se achasse, aí seria complicado... hehehe.


5) Você gosta apenas de mulheres, certo? Já sentiu algum tesão por merda/peido/cu de homem, tem nojo ou é indiferente para você?

R: Sou hétero. Mas encontrar mulheres que realmente curtam fornecer scat é muito, muitooooo difícil. Vejo o scat como um elemento do sexo. Ele excita ainda mais também para que possa fazer na mulher um sexo oral e o sexo convencional. Diante da escassez de mulheres (ou da dificuldade de encontrá-las), fiz apenas uma vez com homem e uma com travesti. Com homem foi um cara do Rio de Janeiro que estava aqui em SP. Ele tinha a bunda bem carnuda e depilada. Ele se ofereceu. Insistiu tanto que aceitei. Ele disse que só queria me dar cocô e queria q cheirasse o cu dele. E foi o que fizemos. Cheirei o cu que ele deixou fedido meio sem limpar. Depois ele cagou na minha boca uma merda dura e marrom escuro. Gosto dessas. Eu lambi, cheirei e me masturbei. Gozei e foi isso. Com travesti, se for bonita, bem parecida com mulher, até que vai. Bunda lisinha, cu lisinho. Mas, mesmo assim, não dá o mesmo tesão que dá cheirar o cu e receber o cocô de uma mulher. Ou seja, merda, peido ou cu de homem não me dá nojo. Nem tesão. Simplesmente é indiferente.





6) Já pensou em estar ou já esteve do outro lado, ou seja, sendo fornecedor? A ideia te excita?

R: Já pensei e a ideia não me excita em nada. Muito homem vem na internet e pergunta se forneço. Não forneço, não me vejo nessa situação, não curto e a simples ideia de fornecer me brocha. Não tenho tesão nisso. Cada um tem um perfil e um gosto. Realmente, sou apenas receptor. Tem quem seja só fornecedor. E tem quem goste dos dois: dar e receber. Eu só recebo.


7) Muitas pessoas associam a recepção de scat a aspectos da submissão do BDSM, com você é assim? Por exemplo, você se sente humilhado ou dominado quando uma mulher defeca em você?

R: Não e não gosto de ser dominado nem humilhado. Como disse anteriormente, para mim, scat é um elemento de excitação sexual. De tesão. Logo, gosto que seja feito com carinho, como um presente mesmo, como uma prova máxima de intimidade e não como uma subjugação de alguém com relação a mim. Eu gosto de comandar as ações. O homem costuma ser "ativo" na relação hétero. É assim que sou. Gosto de receber com carinho, com palavras safadas, escatológicas, como a pessoa me perguntar se tá gostoso, se tá fedido como eu imaginava, se o cheiro tá me excitando. Mas com carinho. Nada de orbigações, humilhações, amarras, algemas, chicotes, correntes, ficar de 4 que nem cachorro, nada disso. Porém, há quem goste disso para se sentir assim mesmo, como você descreveu na pergunta. Não é meu caso. Para mim, scat é prova de máxima intimidade. E só!


8) Conte brevemente qual foi a experiência mais perfeita que você já teve com scat. Se ainda não teve, como ela seria?

R: Dentre as que tive, com essa amiga do interior foi a melhor. Ela deixou o cu sem lavar uns 2 ou 3 dias. O cheiro estava uma delícia, como eu gosto. Ela não conseguiu fazer cocô diretamente em minha boca. Porém, enfiei o dedo no cu dela várias vezes e peguei o cocô que estava na "portinha". Recebi peido também. Adorei. Cheirei o cocô, lambi, esfreguei no pau, na cara, no nariz. Engoli até um pedacinho. Foi ótimo.


9) Há elementos na aparência ou na personalidade de uma mulher que te deixam com vontade de receber scat dela?

R: Os mesmos aspectos que qualquer homem vê quando quer transar com uma mulher. Olha se é bonita, gostosa, se sabe conversar, etc. Eu olho muito a bunda. Para alguém que gosta de scat, nada como receber de uma bunda bonita, grande, redondinha, carnuda, toda em cima, no lugar, lisinha. Morena ou branquinha, tanto faz. Mas tem que ser formosa. Isso na aparência física. Mas no scat, tambpem queremos que a mulher fique sem lavar o cu para que ele fique com cheiro gostoso. De cu fedido mesmo. Sem isso, o scat também fica xoxo. Outro aspecto: mulher inteligente e safada me excita normalmente. Então, receber o scat de uma mulher bonita, inteligente, safada, gostosa e bunduda deve ser a coisa mais maravilhosa do planeta.


10) Você já sofreu preconceito ou ouviu coisas maldosas por gostar de scat? Como você se defende disso?

R: Bom, não costumo sair aos quatro ventos contando a todo mundo que gosto de scat. As pessoas que sabem são poquíssimas. Até por isso, eu não sofro diretamente esse preconceito. Porém, a entrevista que dei a um outro site foi um termômetro sobre este assunto. Recebeu mais de 50 comentários e pouquíssimos positivos com relação à prática. Muita gente sente nojo. Até aí, já disse, tudo bem. O problema são os que nos julgam e chamam de doentes, débeis mentais. Me defendo sempre tentando divulgar minha rotina, o que faço, meus hábitos para as pessoas verem que sou como elas. Apenas tenho um fetiche, um gosto particular, que pode até causar estranheza, mas é meu gosto. E com gosto não se discute. Se aceita a pessoa como ela é. Com sua mentalidade e sua maneira de agir e gostar das coisas.



11) Você disse que prefere não engolir. Mas mesmo mastigando ou tocando, há riscos? Como você se previne desses riscos?

R: Sempre há riscos. O cocô tem bactérias. Mas, algumas são até saudáveis. De qualquer forma, qualquer ingestão, por menor que seja, deve sempre vir acompanhada de cuidados. Em geral, a higiene básica ajuda bastante. Lavar bem as mãos e o pênis depois, escovar os dentes, são coisas mais do que necessárias. Para uma melhor higiene, é fundamental passar álcool nas partes que entraram em contato com o cocô, principalmente as mãos que tocam a comida e a levam à boca, às vezes. Leite de colônia e álcool com cravo tambpem ajudam a tirar um cheiro mais residual. E, para quem engole bastante, tomar vermífugo antes e depois da prática é algo que ajuda a combater possíveis doenças. Ainda assim, algumas podem ser contraídas, como hepatite, que, nessa prática, é a mais perigosa.


Por último, uma dúvida: estou procurando por scat no Fetlife, mas não encontro nenhuma comunidade brasileira. Você sabe se existe? Que outras comunidades, pode ser de qualquer rede social, você me indicaria?

R: Antes de responder essa pergunta, quero aproveitar o espaço e deixar meus contatos. Para quem quiser saber mais sobre a prática, acesse meu blog http://scatsexo.blogspot.com. Não é sempre que consigo atualizar, mas já tem um material bacana para quem curte dar uma olhada. Também quero deixar meu Skype amocheirarmerda@hotmail.com para quem quiser entrar em contato comigo. Desde encontros até tirar dúvidas ou mesmo papear.

Para quem for sério mesmo, revelo minhas identidades verdadeiras. Mas isso só com o tempo. A gente amadurece nas conversas via Skype. E para finalizar, quero dizer que ainda vou realizar, um dia, o sonho de abrir um clube só de scat, assim como existem clubes fetichistas em São Paulo. Um dia, erguerei o Scat Club Brasil! Aguarde! hehehe

E, para terminar, quero dizer que possuo uma coleção de vídeos de scat, com mais de 5 mil itens e que, quem quiser conhecer, podemos marcar um encontro também. Quero agradecer o espaço dado para esclarecimentos acerca da prática do scat. Muita gente tem dúvida e tem vergonha de perguntar. Então este espaço é fundamental para esclarecimentos e, claro, para a divulgação do tema. Obrigado!

Com relação ao Fetlife, é mais uma rede social internacional mesmo. Pouca gente conhece, principalmente do Brasil. Existem alguns grupos no Facebook, no qual mantenho também um perfil: https://www.facebook.com/leon.scat

Mas são coisas pouco sérias ou também comandadas por estrangeiros. Nada que reúna um grupo bacana, brasileiro, forte, feito realmente por amantes de scat, para disseminar a prática. Como todo mundo (e eu me incluo) tem receio de assumir publicamente o gosto pelo scat (eu assumo sempre que me perguntam - quase ninguém pergunta, por isso quase ninguém sabe), é mais difícil fundar grupos e clubes, pois isso exige comprometimento, seriedade, respeito pelo tema e, até certo ponto, que se assumam as reais identidades. E não é todo mundo que faz isso. Espero ter ajudado e contribuído para a evolução das mentes das pessoas. Obrigado!