Conversas sobre scat

segunda-feira, 9 de março de 2015

As imaginações de um scater


Amigo leitor. Como você bem sabe, é extremamente difícil um scater achar um parceiro ou uma parceira séria que compartilhe desta sexualidade em particular. Logo, realizar os íntimos desejos é tarefa das mais árduas e complicadas. Por isso, além das tradicionais punhetas que batemos assistindo aos vídeos que encontramos, nós, scaters, também imaginamos muita coisa somente ao olhar para as caras das pessoas.

Por exemplo, para quem gosta de mulher, como eu, ao ver uma garota bonita, imagino como é seu cocô, qual a expressão facial quando "faz força" para o cocô sair, o cheiro, como limpa a bunda (se em pé ou sentada mesmo), se joga o papel na privada (atitude antiambiental) ou no cesto, etc.

Eu, por exemplo, ao olhar para a bunda de uma mulher, já imagino o cheiro do seu cuzinho, ainda mais com o movimento do andar neste calor. Imagino se está suadinho, lisinho... Por cima da calça, penso como seria abrir sua bunda para ver o cu ali escondido.

Não tem como não imaginar isso. É impossível um scater olhar para uma bunda sem dar asas ao seu cérebro para que ele percorra os caminhos dos mais pervertidos pensamentos escatológicos. O cocô é a melhor coisa que poderia sair de um ser humano.

Tomara que, durante a evolução da espécie humana na Terra, o sistema excretor nunca deixe de existir. Que o corpo nunca perca a capacidade de produzir cocô e levá-lo à parte externa do organismo. Que o cu nunca deixe de ter seu aroma característico e que as pessoas possam evoluir mais na busca de seus desejos, sem autoproibição, sem negação e renegação, sem pudores e sem sexualidades reprimidas.

E que a sociedade também evolua para entender que todos são diferentes entre si. Carlos Drummond disse, certa vez, que todo ser humano é um estranho ímpar. Que as pessoas tenham esse entendimento sem julgar o próximo! Por hoje é isso. Boa imaginação a você! Um cheiro no cu! E entrem em contato comigo pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

A psicologia da sexualidade: um olhar sobre o filme "Ninfomaníaca"



Amigo leitor. O post de hoje é longo e profundo, mas vale a pena. Recentemente, assisti a um filme que traduz bem a angústia de uma pessoa que nasce com a sexualidade proibida, ou que é pouco aceita pela sociedade, como uma árvore retorcida que luta contra sua própria natureza.

Todas essas imagens são extraídas do filme. No Volume I, o diretor apenas apresenta a personagem Joe, uma ninfomaníaca. E retrata sua formação. Já no Volume II, a parte psicológica fica mais evidente.


Joe descobriu sua vagina com 2 anos, teve um orgamso espontâneo aos 12 e tornou-se uma viciada em sexo sem, no entanto, sentir prazer ou sentir-se satisfeita. De acordo com uma crítica da internet, "Joe busca a realização na irracionalidade do desejo (que se reinicia após ser satisfeito). Seu maior problema talvez, de fato, resida na não aceitação, pela sociedade, de sua busca ou, até mesmo, na incompreensão de sua sexualidade dentro de uma lógica falocêntrica. Impossível de ser satisfeita em um mundo que não a aceita, nem lhe oferece os meios para sua auto-aceitação, auto-conhecimento e auto-satisfação."

Ou seja, Joe nasce com uma sexualidade tida como proibida ou não aceita socialmente. Assim como o scat. No filme, quando mais velha, seu trabalho é "cobrar" dívidas em nome de um agiota. E, para isso, tortura algumas pessoas até pagarem.

Numa dessas cobranças, ela conhece um pedófilo. E só descobre o segredo dele ao contar uma história e ver sua excitação. Antes, ela tinha tentado todos os fetiches e ele não se excitou. Ela não dialoga diretamente com ele, mas sim, com um confidente, já que a narrativa é ela contando sua história de vida para um intelectual. Reproduzo aqui o diálogo dela com o confidente, Seligman, para poder comentar melhor depois.

Joe (sobre o pedófilo): "Ninguém sabia o segredo dele. Provavelmente, nem ele mesmo. Ele era um homem que tinha conseguido recalcar o próprio desejo, que antes nunca tinha cedido a ele, até que eu o forcei. Ele viveu em negação e nunca havia machucado uma alma. Acho que isso é louvável."

Seligman: "Por mais que eu tente, não consigo encontrar nada louvável na pedofilia."

Joe: "Deve ser porque você pensa em talvez 5% que de fato machucam as crianças. O restante, 95%, nunca vivem as fantasias deles. Pense no sofrimento deles. Sexualidade é a maior força do ser humano. Deve ser angustiante nascer com uma sexualidade proibida. O pedófilo que consegue passar pela vida com a vergonha do próprio desejo, sem nunca agir sobre ele, merece uma maldita medalha. Eu vi um homem que carregava a mesma cruz que eu. A solidão. Ambos éramos rejeitados sexuais."



As frases retratam exatamente o que um scater de nascença sente. O scater que vem de berço, que nasce com essa sexualidade "proibida", vive na angústia. Nesse caso, não é totalmente proibida como a pedofilia, pois esta se trata de crime. O scat não é proibido, mas é execrado pela sociedade.

A angústia é praticamente a mesma. E só 5% conseguem se entregar aos seus desejos e achar pessoas que contribuam para a realização deles. Os 95% restantes não realizam e têm vergonha de admitir que gostam de scat. Seja para parceiros(as), seja para cônjuge ou até mesmo para um amigo íntimo.


É uma vida de negação. De angústia eterna. Justamente com a sexualidade que, de fato, é a maior força do ser humano. Muitos passam pela vida com a vergonha do próprio desejo. Nunca agem sobre ele. Imagine quão reprimido isso é! Uma pessoa assim merece uma medalha, sem dúvida.

E muitos scaters, justamente por isso, também sentem-se sós. E percebem-se como rejeitados sexuais, assim como Joe, a ninfomaníaca e o pedófilo do filme. Só quem tem uma sexualidade diferente, pouco aceita pelos padrões "normais" da sociedade, entende a profundidade que o diretor dinamarquês Lars von Trier empregou nesta obra-prima.

Só quem tem isso que temos, quem sente isso que sentimos, vai entender e se identificar com Ninfomaníaca. É profundo. psicologicamente genial. Explica muito sobre nossa sexualidade. Sobre a sexualidade diferente que temos, como a árvore retorcida do filme que significa nossa alma. Aos amigos que costumam ler este blog, recomendo que assistam. Ambos os volumes, I e II. É um filme europeu. Logo, denso, mais parado.



Mas, depois do que vi, meu conceito mudou. Não posso mais chamar o que tenho de fetiche. Pelo contrário. Scat é minha vida, é minha sexualidade. Nasceu comigo. Está em minha alma. Fetiche é um gosto, uma fantasia. Sexualidade é o que temos dentro de nós, desde que nascemos. Está em nosso DNA. Não existe NADA, absolutamente NADA nesta vida que eu goste mais do que scat.

Ao participar de um grupo de viciadas em sexo, como fazem os alcóolicos anônimos, Joe diz: "Eu sou ninfomaníaca. E amo ser assim." Exatamente como eu, um scater. Sou scater e AMO ser assim. Assistam ao filme e entenderão.

Por hoje é isso! Um cheiro no cu! E entrem em contato comigo pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Cocô pode ajudar a tratar doenças


Olá, amigos! Hoje não serei eu o autor do post em meu blog. Vou reproduzir uma reportagem divulgada no site G1, sobre cocô. Veja como muitos mitos sobre scat e merda podem cair com a palavra positiva da medicina. Acompanhe o texto.

RIO — Nos EUA, é comum as pessoas receberem pagamento por doações de sangue, plasma, óvulos, sêmen... E por que não, cocô? A organização sem fins lucrativos OpenBiome oferece até US$ 13 mil, cerca de R$ 35 mil, para quem doar fezes que serão usadas para o tratamento de pacientes com infecção causada pela bactéria Clostridium difficile, que causa graves problemas gastrointestinais e, por vezes, é resistente a antibióticos.

Nesses casos, a administração de fezes saudáveis processadas no estômago do paciente — via endoscopia, tubos nasais ou cápsulas — é o tratamento indicado, mas não é fácil encontrar doadores. Para solucionar o problema, a OpenBiome foi fundada em 2013 e, desde então, já entregou cerca de 2 mil tratamentos em 185 hospitais americanos.

Para incentivar a doação, a organização paga US$ 40 por cada amostra de fezes saudáveis, com um bônus de US$ 50 caso o doador se apresente por cinco dias consecutivos. Com isso, é possível conseguir US$ 250 (R$ 677) por semana, que somam US$ 13 mil por ano.

Mas não é tão simples se enquadrar como doador. Não basta ser saudável, é preciso ser extremamente saudável. O procedimento de coleta é simples, semelhante ao realizado para exames, mas o processo de seleção é minucioso. Dos cerca de mil voluntários que já se apresentaram, apenas 4% foram aprovados no extenso questionário médico e análise do material.

— É mais difícil se tornar um doador do que entrar no MIT — brincou Mark Smith, cofundador da OpenBiome, em entrevista ao “Washington Post”.

Smith diz que os poucos doadores selecionados se apresentam, em média, três ou quatro dias por semana. Cada amostra coletada pode tratar três ou quatro pacientes.

— Todo mundo acha muito bom que eles estão ganhando dinheiro fazendo algo tão simples — disse Carolyn Edelstein, cofundadora da organização. — Mas eles também adoram ouvir de nós: “olha, o seu cocô ajudou esta senhora que estava doente há nove anos.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

O xixi (ou mijo) também faz parte do scat?


 Sim, faz. Na verdade, há quem separe xixi e cocô mais por causa dos termos. A rigor, quem curte apenas xixi, gosta de piss ou pissing. E quem gosta só de cocô curte mesmo o scat (termo que vem do inglês scatology - escatologia). Shitting e coprofilia também são termos conhecidos.

Considero o envolvimento com excrementos, de modo geral, como escatologia. Logo, para mim, o mijo faz parte do scat. Porém, como disse, há quem separe. Há quem goste só de um ou de outro. Há quem curta ambos.

Quem curte mijo, curte beber, jogar no corpo, reter na boca e beijar o parceiro. Diferentemente do cocô, por ser considerada estéril, a urina não transmite doenças nem carrega vermes. Ou seja, pode ser ingerida sem problemas, como um copo de Guaraná.

O piss tem menos preconceito do que o scat. Não sei exatamente o motivo, mas parece que a urina é mais bem aceita pela sociedade. Talvez pelo cheiro ser menos forte e por, até algumas vezes, ser feita no banheiro, na frente do parceiro, parceira ou cônjuge, sem tantos problemas.

Paciência. Enfim, goste você de xixi, de cocô ou dos dois, divirta-se, pois a vida é muito curta para a gente não aproveitá-la. Por hoje é isso! Um cheiro no cu! E entrem em contato comigo pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Os vários tipos de scaters


 Os praticantes de scat não são todos iguais nem curtem todos as mesmas coisas. Por isso, vou tentar descrever abaixo algumas categorias de scaters, para facilitar a vida de quem pratica e procura um perfil complementar. Se alguém quiser deixa contatos nos comentários e identificar com qual tipo de scater se parece mais, acho uma boa. Vamos lá!

1) Receptor: só recebe cocô e xixi.

2) Doador ou fornecedor: só doa cocô e xixi.

3) Total flex: doa e recebe de tudo, cocô e xixi.

4) Scater variado: gosta de mais coisas além de cocô e xixi. Eventualmente, curte um cheiro de CC no suvaco, chulé, cuspe ou vômito.

5) Gay ou lésbica: só curte fazer scat com parceiro do mesmo sexo

6) Hétero: só curte fazer scat com parceiro de sexo oposto

7) Bi: curte fazer scat com pessoas de ambos os sexos

8) Light: curte um scat mais soft, só ver a pessoa cagar, por exemplo.

9) Hard: curte um scat mais sofisticado, cheirando, lambendo, esfregando no corpo e, eventualmente, mastigando e engolindo.

10) Solo: quem curte mais ou somente o próprio cocô. Alguns chegam até a sentir nojo do cocô dos outros.

11) Alheio: quem curte mais ou somente o cocô de outra pessoa. Alguns chegam até a sentir nojo do próprio cocô.

12) Voyeur: aquele que só gosta de ver alguém fazendo cocô ou assistir a filmes e cenas de scat. Não gosta da participação direta no scat, nem cheirando, nem lambendo, nem comendo e nem se lambuzando.

13) Virtual: aquele que só gosta de scat pela web cam, sem o contato real com um parceiro ou parceira para a prática. 

Claro que há inúmeras combinações de perfis e variações dentro do scat. É como Neston, lembra? Existem mil maneiras de preparar. Invente a sua! E você? Qual o seu perfil de scater? Por hoje é isso! Um cheiro no cu! E entrem em contato comigo pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Como saber se uma pessoa gosta de scat?



Às vezes, você, scater, recebe uma cantada, um convite para sair. E pensa: poxa, se a pessoa me curtiu, acho que posso arriscar e ver qual é a dela. Mas, gosto muito de scat e não quero fazer apenas sexo convencional. Como posso descobrir se a outra pessoa me daria uma "brecha" nesse sentido?

Muito bem. Apesar de estar se tornando um fetiche relativamente comum, o scat ainda é uma prática que envolve tabus e assusta algumas pessoas. Por isso, devemos lutar continuamente para a difusão do fetiche a fim de quebrar barreiras e preconceitos.

Mesmo assim, para falar de scat, não pode ser de qualquer jeito. É preciso ter delicadeza, esperar o momento certo. Não se fala de scat logo de cara. É necessário que, antes, você tenha conversado com a pessoa algumas vezes para entrar nesta seara.

Nesse caso, quando for falar de sexo com essa pessoa, seja homem ou mulher, é possível usar aquela velha desculpa do "um amigo meu..." e, com jeitinho, descobrir o que a pessoa acha da prática. Vá pelas beiradas, seja paciente. Costumo também, falar que aconteceu isso ou aquilo com uma amiga, que já fez anal e saiu cocô, ou que o marido ou namorado pediu pelo scat, explico o que é scat e vejo a reação.

Se a pessoa for totalmente avessa ao scat, nem perco meu tempo. Já dispenso, digo que não vai rolar e pronto. Por outro lado se você, homem ou mulher, está interessado num parceiro ou parceira, pode identificar se ele ou ela gosta de scat até sem perguntar.

A pessoa que tem tesão extremo em bunda e cu por exemplo, é um perfil propício. Pode ser um forte indício de que curte scat. Se a pessoa também não curte tomar banho antes do sexo e quer que você faça o mesmo, é outro indicativo. Scaters gostam de cheiros fortes do corpo humano, vagina, pênis e cu (principalmente!).

Mesmo assim, tenha muito cuidado ao reparar estes detalhes ou na abordagem a alguém sobre o fetiche. Nossa sociedade ainda é pouco evoluída e psicologicamente frágil, além de moralista e conservadora. Muita gente vai considerá-lo doente mental, louco, etc. Não ligue. Um dia, tenho certeza de que esse quadro vai mudar. Por hoje é isso, gente! Um cheiro no cu! E entrem em contato comigo pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Por que homens gostam mais de scat do que mulheres?


 O scat é tido como uma prátima essencialmente masculina. Nestes 12 anos em que pesquiso o assunto, conheci pouqíssimas mulheres que sentiam algum prazer em fornecer scat. Quando digo poquíssimas, é porque não enchem os dedos de uma mão.

Quando abro a uma sala de bate-papo no UOL, para falar sobre o assunto, os homens dominam as presenças em 99,99% dos casos. Uma ou outra garota de programa lá entrou, mas não passou disso.

Por que os homens (héteros ou gays) curtem mais o scat do que as mulheres? O segredo pode estar na fase anal. Freud, o pai da psicanálise, diz que "nesta fase, a zona de erotização central é o ânus e o modo de relação está intimamente ligado à atividade e passividade, ou seja, ao controle dos esfíncteres (anal e uretral).

É quando aprendemos sobre controle, limites, através dos movimentos de expulsão (doar, eliminar, excluir) e retenção (ter, segurar, controlar, reter, guardar). Ocorre a internalização do não. "Não coloque o dedo aí. Não pode. Isso é feio. É sujo."

Esta fase pode marcar o comportamento sexual da criança, dependendo da forma como esta foi vivenciada. Muitos pais fazem dessa fase um sofrimento para a criança, que vive de um lado entre o elogio e a gratificação, mas por outro, a contradição de que as fezes e a urina são sujos.

A criança ainda não tem a compreensão de que isso não seja apreciado, porque elas apreciam, observam e até manipulam as fezes e a contradição mental na criança se dá exatamente porque primeiro recebe elogios e gratificações porque produziu adequadamente as fezes e a urina, e, por outro lado, estas são repugnadas pelos pais." (trechos extraídos do blog educacaoesexualidadeprofclaudiabonfim.blogspot.com).

Logo, a fixação na fase anal leva ao scat. As brincadeiras com as fezes permanecem na vida adulta. É bom lebrar que esta fase acontece entre um ano e meio e três anos de idade. Os gays, normalmente, sentem mais fixação na fase anal, seja em passividade ou atividade. Por isso, é muito mais comum encontrar homens e gays praticantes de scat.

Na contramão, as mulheres são criadas como limpinhas, bibelozinhos, higiene máxima. O que, de certa forma, prejudica o gosto que poderiam desenvolver pelo scat. Por hoje é isso, gente! Um cheiro no cu! E entrem em contato comigo pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O "self scat": pessoas que gostam do próprio cocô

Quando somos crianças, nossa sexualidade está em nós, em nosso corpo, e na mãe e no pai. Conforme vamos crescendo, a tendência é de que a sexualidade seja deslocada para outra pessoa, na tentativa de reprodução ou mesmo de obter prazer com algo que venha do outro.

No entanto, o cérebro humano é repleto de mistérios e, com certeza, os cientistas ainda farão muitas descobertas sobre nosso centro nervoso. O cérebro (ou genes, talvez?) pode fazer com que a gente mude a ordem natural das coisas e goste de coisas absolutamente diferentes ou até inimagináveis para alguns.

É o que acontece com os gays, lésbicas, transex, bissexuais e afins. Já que, ao gostar de uma pessoa do mesmo sexo, não se busca, nem inconscientemente, a reprodução. Seria a inversão da ordem natural das coisas.

O mesmo se dá com o scat. Muita gente ama e sente atração e tesão por algo do qual deveríamos sentir nojo: o cocô. Evidentemente, para muitos (a maioria, obviamente), o cheiro do cocô é ruim. A lógica da natureza explica: se é excremento, se é lixo e se o organismo está jogando fora, é porque não serve. Logo, deve ter um odor fétido, para impedir que as pessoas tenham a tendência de ingeri-lo novamente. Caso contrário, teria cheiro e sabor de morango.

Por alguma razão, as pessoas que gostam de scat não têm nojo do cheiro. Gostam da consistência e temperatura das fezes, enxergam nisso um ato de intimidade e adoram esfregar o cocô em si mesmos, como se estivessem se lambuzando com terra, além da ingestão propriamente dita. É o mesmo mecanismo citado anteriormente, que inverte a ordem natural das coisas.

A ordem natural também desloca nossa sexualidade para o outro. Mas, no ramo do scat, é bastante comum que essa sexualidade permaneça na própria pessoa, como alvo e objeto de desejo. Dada a dificuldade em encontrar parceiros e parceiras para o scat, muita gente começa (e continua por anos) brincando, cheirando, lambendo, esfregando e comendo seu próprio cocô. Chamo isso de self scat. Mas também é conhecido como autoscat ou scat solo.

Às vezes, a pessoa sente-se mais segura fazendo o scat apenas com ela mesma e, só isso, já basta para que tenha um orgasmo explosivo e gostoso! Logo, o scat solo, com direito à degustação do que lhe sai do corpo, é extremamente comum. Se isso acontece com você, não se preocupe. É mais do que normal. E, ainda que alguém lhe diga o contrário, reflita: afinal, o que é normal nesta vida, não é?

O self scat também é uma prática deliciosa e saudável! Por hoje é isso. Um cheiro no cu! E entrem em contato comigo pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Praticar scat muda a vida sexual da pessoa?


Outro dia, recebi a pergunta de uma leitora do meu blog sobre a prática de scat. Ela conta que conheceu uma pessoa e que, hoje, fazem sexo casual de 15 em 15 dias mais ou menos. Mas essa situação já dura quatro meses.

Aos poucos, ela descobriu que o parceiro curtia scat. E me perguntou quanto isso iria alterar o curso da vida sexual deles. Afinal, é imperativo que o scat seja corriqueiro no sexo? De quanto em quanto tempo um scater sente necessidade de um belo sexo cagado?

Muito bem, vamos lá. Quanto isso vai alterar a vida sexual de um casal? Difícil dizer. Mas, se é um fetiche que é preponderante para a excitação de um deles e, só então, essa pessoa atinge tesão suficiente para também ocorrer o sexo convencional, então terá de ser feito sempre. Se o scat não for preponderante para o praticante, não vai alterar a vida sexual, a menos que o casal ou os envolvidos combinem antes uma frequência da prática ou que deixem mesmo o momento levar.

No meu caso, é assim que atinjo muito da excitação. Não com o scat em si, mas se eu cheirar um cu sem banho, por exemplo, depois de um dia de trabalho intenso, ou seja, suado e com seu aroma característico potencializado, já fico excitado e posso também fazer sexo com a mulher sem precisar extamamente do cocô. Para mim, o cocô é a cereja do bolo e, com certeza, fará gozar mais e mais vezes. Logo, depende de cada caso e, principalmente, o quão o scat é essencial ao sexo para quem curte a prática.

De quanto em quanto tempo sinto a necessidade de fazer um sexo assim? TODOS os dias! Scat é um vício, uma intimidade única e, por isso, algo delicioso. E tudo que é bom, você quer fazer sempre! Espero que você, amigo leitor deste blog, tenha sempre sorte e sucesso em suas buscas de scat e que consiga realizar seus maiores desejos. Por hoje é isso. Um cheiro no cu! E entrem em contato comigo pelo skype: amocheirarmerda@hotmail.com.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Prática do scat: posição sexual e quantidade



Tenho recebido algumas perguntas de pessoas interessadas em saber mais sobre a prática. Algum tempo atrás, recebi algumas bem interessantes, que vou usar como temas para os posts deste blog. Hoje, vou falar sobre a posição e a quantidade de scat nesta prática maravilhosa.

A pergunta da pessoa foi: que posicionamento ou posição (no sentido sexual mesmo) uma pessoa que recebe scat espera de quem vai doar? Bem, claro que os gostos variam de pessoa para pessoa. Mas os dois mais comuns são os seguintes:

1) O receptor deita-se sobre uma superfície plana e o fornecedor fica de cócoras, agachado sobre sua cabeça para então cagar em sua cara, nariz e boca. Há quem receba nesta mesma posição, mas no peito.

2) O fornecedor fica de 4. O receptor, enquanto cheira-lhe e lambe-lhe o cu, recebe o cocô nesta posição. Uma delícia. Mas, anatomicamente falando, a que mais facilita a saída rápida do cocô é a primeira posição, de cócoras.

Outra pergunta que recebi. A quantidade de cocô importa para quem recebe? Em geral, sim. Mas tudo depende do que o casal ou o receptor farão com a merda. Eu, por exemplo, adoro cheirar, lamber, enfiar a cara e esfregar no corpo. Meu e da parceira, quando ela deixa. Ou seja, nesse caso, é preciso que tenha uma quantidade razoável.

Há quem goste também de passar nos seios, pés e coxas. Para aqueles que gostam de engolir, acredito que uma quantidade menor é mais apropriado, já que a ingestão tem alguns riscos que já citei aqui em outros posts.

E como fazer para se ter mais merda para dar? Simples: basta comer mais. Quanto mais comemos, mais cagamos. Embora existam alguns organismos, principalmente os que possuem intestinos preguiçosos, que cagam pouco ou demoram a produzir o cocô. Mesmo assim, via de regra, quem come mais, geralmente caga mais. Logo, se você quer agradar seu parceiro ou parceira com uma quantidade considerável de cocô, coma bem! Faça várias e fartas refeições. Por hoje é isso! Um cheiro no cu! E lembrem-se de manter contato no skype: amocheirarmerda@hotmail.com. Até a próxima!